O ‘não-festival’ Lisboa Mistura está de volta à cidade: dois dias de música e arte com Bateu Matou e Cachupa Psicadélica

©Bateu Matou
©Bateu Matou

Organizado pela Associação Sons da Lusofonia, o Lisboa Mistura 2022 junta concertos a debates e actividades socioculturais. O evento acontece dias 18 e 19 de Junho no Palácio Pimenta.

Criado em 2006, o Lisboa Mistura assume-se como um «espaço intercultural destinado ao conhecimento e à inscrição de novas linguagens e tendências»; apesar de ser dominado por concertos e música, organização afasta uma ideia: «Não é um festival».

Este ano, o Lisboa Mistura tem como mote os «projectos artísticos com o experimentalismo de vanguarda do qual a cidade precisa para a construção da cidadania» e vai tomar conta dos jardins do Palácio Pimenta (Campo Grande) no fim-de-semana de 18 e 19 de Junho.

©Francisco B. Froes
©Francisco B. Froes | Os Cachupa Psicadélica fecham o Lisboa Mistura na companhia de Kriol e Scúru Fitchádu.

Com entrada gratuita, este «espaço intercultural» junta concertos a «eventos socioculturais», como as conversas sobre ‘Jornalismo de Proximidade’ e ‘A Cultura Como Ativo Para a Cidadania’. De resto, o Lisboa Mistura será mesmo dominado pela música.

No Sábado (18 de Junho), o destaque vai para um concerto de Bateu Matou, às 23 horas; o dia fica ainda marcado pelas actuações da ucraniana Àvdysh e dos afegãos Taranum.

Domingo, 19, há um DJ set de Shaka Lion às 17 horas e um concerto que junta Tó Trips ao norte-americano Thomas Attar às 21 horas; a fechar o Lisboa Mistura, o palco principal recebe os Cachupa Psicadélica, que convidam Kriol e Scúru Fitchádu.

O programa completo pode ser visto aqui.

Ricardo Durand
Começou no jornalismo de tecnologias em 2005 e tem interesse especial por gadgets com ecrã táctil e praias selvagens do Alentejo. É editor do site Trendy e faz regularmente viagens pelo País em busca dos melhores spots para fazer surf. Pode falar com ele pelo e-mail [email protected].