A ideia foi da start-up nacional Classihy: é uma app que permite dar gorjetas directamente a empregados de mesa e que pode servir para cumprir objectivos.

Há um novo robot com desenvolvimento português que, em breve, começar a fazer a desinfecção de espaços e superfícies - um dos principais objectivos é neutralizar o SARS-CoV-19.

A ideia surgiu durante o primeiro confinamento, entre Março e Maio de 2020: Sofia Lencastre e Pureza Champalimaud quiseram usar o humor para lutar contra a pandemia.

A marca portuguesa Oiôba criou um novo fato de surf preparado para águas mais quentes: por cada venda do Soma, a marca dá um a uma ONG de São Tomé e Príncipe.

A marca diz que é rico em «rico em fibras e com características organoléticas únicas». Este snack é feito com «resíduos e subprodutos agroalimentares» vinícolas.

Alexandre Jorge, Ana Silva, Cindi Costa, Francisco Brandão, Margarida Oliveira, Raquel Caracitas e Rodrigo Moreira criaram uma caixa sustentável para refeições.

Fica em Lisboa, a primeira loja do Continente onde não temos de passar numa caixa para pagar. Tudo é feito com o telemóvel e até se podem sair com as compras nos bolsos.

Criada por Beatriz Almeida, a Cru é uma empresa familiar que pega numa das matérias-primas mais versáteis do País para criar artigos para a casa.

Criado pela Pastest, o Teste Rápido do Coronavírus Ag com zaragatoa ronda os 3,50 euros e pode ser feito por qualquer pessoa, em casa, sem acompanhamento ou supervisão de um médico.

Os poemas são de Amadeu Ferreira e é Isabel Ventura quem lhes dá voz. O primeiro disco de jazz em mirandês está à procura de financiamento em crowdfunding.

Marisa Gaspar, Mara Braga e Patrícia Almeida Coimbra encontraram uma forma de criar embalagens feitas a partir de cascas de batata, marmelos e crustáceos.

O Hospital CUF Infante Santo anunciou aquele que será o primeiro método de «quantificação de imagem em RM aplicada à esclerose múltipla e às demências».