'A salsicha do futuro', o 'frango do futuro', as 'almôndegas do futuro' e o 'atum do futuro'. São tudo chavões de uma nova empresa que agora chega a Portugal e que quer vender "planta por lebre".

A moda de que devemos todos ser veggie que esforça-se mais para chamar a atenção para os efeitos nefastos da carne, que para as mais-valias dos vegetais.

Chama-se Honest Home Food e é um projecto do chef Ricardo Salsa. A ideia é ir até casa para fazer almoços ou jantares vegetarianos privados para amigos ou família.

Uma dieta vegetariana faz sentido ou é apenas uma moda? Afinal, há mesmo vantagens nutricionais em retirar ingredientes de origem animal de uma alimentação?

O departamento Future Taste do Auchan continua a ser um viveiro de alternativas à carne. Agora, os hipermercados começaram a vender bacon vegetal da Vivera e jaca da Govinda.

A gama Green Cuisine da Iglo foi reforçada com um dos clássicos desta marca: os Douradinhos. Esta versão é feita com flocos de arroz e trigo.

O chef tem um novo conceito de restauração onde os vegetais entram pela alta cozinha adentro. Além dos pedidos à carta, o Encanto tem um menu de degustação que custa 95 euros.

Está encontrado o "sucessor" do Rebel Whooper, lançado há mais de dois anos: o Big King junta-se à oferta vegetariana da marca de fast-food.

Criado pela Nestlé e parte da gama Garden Gourmet, o Vuna será a «primeira alternativa vegan ao atum». Entre os ingredientes estão a proteína de ervilha e o óleo de semente de nabo.

Os novos restaurantes de fast-food KFC deixam de ter carne de frango e passam a servir apenas nuggets pant-based criados em parceria com a Beyond Meat.

Enquanto em Portugal a marca continua a abrir lojas tradicionais, em Espanha a cadeia de fast-food inaugurou um restaurante totalmente veggie, sem qualquer tipo de carne.

Na mesma semana, a Taco Bell e a Telepizza anunciaram novidades vegetarianas no menu.