Spider-man PS4

Review: Spider-man (PS4)

por • 3 Outubro, 2018 • Estrelas TRENDY ⭐️, High-Tech📱Comentários fechados em Review: Spider-man (PS4)479 •

Jogabilidade: 96%

Gráficos: 98%

Som: 97%

Longevidade: 88%

Ser Spider-man neste jogo é das melhores experiências que podemos ter em títulos de mundo aberto.

Resumo:

Catorze anos depois de a Activison ter lançado o jogo Spider-man 2 chega aquele que é o melhor jogo do aranhiço e, provavelmente, um dos títulos do ano.

Para criar a história deste jogo, a produtora Insomniac diz que não se baseou noutros filmes nem em comics do Homem-Aranha.

O resultado é, por isso, uma história completamente original onde há várias personagens deste universo da Marvel que vamos encontrar em lugares diferentes e com outras funções.

Vilões e aliados podem estar em lados opostos neste jogo, confundindo um pouco a realidade a que estamos acostumados a ver na série Homem-Aranha.

Por exemplo, uma das novas realidades é que Peter Parker se formou e agora trabalha como cientista num laboratório a Octavius Industries onde ajuda Otto (esse mesmo, o Dr. Octopus) a tentar que um projecto de uma prótese com interface neural tenha financiamento.

É aqui, por exemplo, que vamos encontrar alguns dos minijogos que estão espalhados um pouco por todo a mapa do jogo. Peter precisa de arranjar circuitos ou descobrir novos elementos, em autênticos momentos de puzzle solving. Neste caso, são um pouco repetitivos, mas no global, se juntarmos todos os outros, acabam por tornar o jogo mais rico.

Com os seus conhecimentos de mecânica e ciência, Peter também vai poder desenvolver gadgets e novos tipos de teia, a que se junta o desbloqueio de novos fatos quando concluímos missões da história principal do jogo.

Para isso são necessários tokens, que podem ser ganhos quando pomos fim a um assalto ou concluímos uma pesquisa nos centros de investigação da Oscorp que estão em vários pontos de Nova Iorque, um mapa gigante, fielmente reproduzido, para ser explorado, com muitos easter eggs para descobrir e objectos para apanhar.

Spider-man

O jogo, em si, é tipo um cruzamento entre GTA e os títulos de Batman da Rocksteady Studios (Arkham Asylum, City e Knight), ou seja, temos um mundo aberto para explorar de forma livre (Nova Iorque recriada fielmente, neste caso) e podemos fazer missões paralelas (side quests) para ganhar mais experiência e pontos.

Estas englobam, muitas das vezes, impedir crimes de aconteceram na cidade que nunca dorme, como roubos a bancos ou joalharias. Aqui, o jogo tem uma grande vertente de beat’em up, com vários golpes a poderem ser executados com uma rápida combinação de botões, tipo Street Fighter ou Mortal Kombat.

Em termos de jogabilidade, tudo é muito fluido, mas vai ser complicado dominar na totalidade a parte dos combates, pois há muitos botões e combinações para usar.

A câmara, por vezes, também não se coloca no sítio certo para ajudar nisto. Resultado: ficamos sem o melhor ângulo para ver a cena toda e não conseguimos dar os golpes adequados às ocasiões.

Ser Spider-man neste jogo é das melhores experiências que podemos ter em títulos de mundo aberto. A história e as side missions roçam a perfeição, a jogabilidade é muito boa e os diálogos têm sempre aquele humor à Homem-Aranha, com deixas metidas no tempo certo. Mas às vezes, a acção torna-se um bocado repetitiva.

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