O terceiro modelo da marca com tecnologia DM-i está disponível numa única versão Boost, por 33 275 euros; os consumos deixaram-nos de boca aberta.

Durante muito tempo, o Atto 3 foi a "cara" da BYD em Portugal; três anos depois, continua a ser um dos automóveis mais populares da gama.

O "livro" da estratégia híbrida da BYD em Portugal teve hoje um novo capítulo com a apresentação, em Cascais, do Dolphin G DM-i.

Compacto por fora, espaçoso por dentro, o Atto 2 mostra que a BYD sabe fazer automóveis convincentes, embora continue presa a velhos problemas de software.

Depois de termos levado o Seal 6 DM-i Sedan até à Serra da Estrela, chega agora a vez de perceber o que vale a versão carrinha.

Foi o primeiro modelo que a marca começou a vender em Portugal: agora, três anos depois de o Atto 3 se ter tornado uma presença habitual nas estradas, chega a primeira... EVOlução.

A motorização plug-in híbrida, a que a marca chinesa chama DM-i, tem um novo "intérprete": a novidade é a chegada desta opção ao Atto 2.

Voltar ao Sealion 7 serviu para confirmar aquilo que já tinha ficado claro no ensaio publicado na Primavera: este é, sem dúvida, um dos automóveis do ano.

O que conseguimos com o Seal 6 DM-i foi exactamente o oposto do que é normal: este PHEV chegou ao fim de novecentos quilómetros de viagem com consumos recorde.

A BYD volta a lançar um aviso à concorrência, desta vez com o Sealion 7. Este SUV coupé 100% eléctrico põe em sentido o Tesla Model Y, tal como o Seal pôs o Model S.

Por muito que, no TRENDY Report, sejamos adeptos da mobilidade 100% eléctricas, o SUV híbrido é um melhor negócio que um puro EV.