Taxas MB Way CGD
Taxas MB Way CGD

Borlas da Caixa Geral de Depósitos acabam no MB Way a partir de Janeiro de 2020

A Caixa Geral de Depósitos vai entrar para o “clube” dos bancos que cobram taxas no MB Way. A partir de Janeiro do próximo ano, cada transferência de dinheiro vai custar 88 cêntimos. Mas há excepções.

Transferir dinheiro para os amigos pela app do MB Way vai deixar de ser gratuito para clientes da Caixa Geral de Depósitos, uma obrigação que quem tinha conta no BPI ou no Millenium BCP já conhecia.

A app MB Way serve para fazer várias operações digitais relacionadas com dinheiro. Podemos, por exemplo, pagar compras pelo número de telefone associado, criar cartões de crédito virtuais e até mesmo levantar dinheiro no Multibanco, sem ter o cartão connosco.

BPI é o banco que cobra a taxa mais cara: mais de 1,20 euros

O que acontece agora é bem diferente da realidade de há uns tempos: a maioria dos bancos não estava a receber qualquer compensação com estas transferências, o que não acontece, por exemplo através de várias operações de homebanking.

A utilização do MB Way para este tipo de operação, começa, assim, a ficar estrangulada pela cobrança de comissões, que tentam com isto forçar os clientes a usar as apps dos próprios bancos – no caso da CGD, as transferências de dinheiro pode ser feito sem taxas com a app Caixa Easy.

Depois de BPI, BCP, Santander, Novo Banco, Crédito Agrícola, é, assim, a Caixa que se junta ao “clube” dos bancos que cobram taxas por cada transferência de dinheiro no MB Way: 88,4 cêntimos (85 cêntimos + imposto de selo).

Os restantes bancos já cobram taxas, pelo menos desde Maio, altura em que o BPI anunciava a sua taxa de 1,248 euros. Ainda assim, as transferência por MB Way são gratuitas em alguns casos: por exemplo, se o cliente tiver menos de 26 anos. Depois, há um limite de transferências gratuitas por tipo de conta: o ECO explica tudo muito bem aqui.

Ricardo Durand
Começou no jornalismo de tecnologias em 2005 e tem interesse especial por gadgets com ecrã táctil e praias selvagens do Alentejo. É editor do site Trendy e faz regularmente viagens pelo País em busca dos melhores spots para fazer surf. Pode falar com ele pelo e-mail [email protected].