Entre bifes e música: o Café de São Bento na Baixa de Lisboa começou a ter sessões ao vivo de swing jazz

Segundo o Café de São Bento, o swing jazz surgiu nos Estados Unidos no final da década de 1920 e afirmou-se como uma «evolução do jazz tradicional».

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O quarteto Swing Na Mouche passa a tocar às Quartas-Feiras; o objectivo é evocar, ainda mais, o ambiente histórico do antigo Bristol Club.

O Café de São Bento Baixa (onde já estivemos a almoçar, este ano) começou a receber sessões semanais de swing jazz, três meses após a abertura nas Portas de Santo Antão, no actual 1904 Benfica Hotel. A música fica a cargo do quarteto Swing Na Mouche.

Esta banda, também de Lisboa, actua todas as Quartas-Feiras, a partir das 21:30, numa iniciativa que tem como objectivo «recuperar a tradição musical associada ao antigo Bristol Club», explica Miguel Garcia, CEO do grupo São Bento. O repertório aposta, assim, em sonoridades que se ouviam neste espaço durante as das «décadas de 1920 e 1930».

Formado em 2014, o Swing Na Mouche é composto por Ian Mucznik (voz e guitarra), João San Payo (contrabaixo), Paulo Gaspar (clarinete) e Alcides Miranda (guitarra). O grupo interpreta temas «inspirados nos êxitos da época e na obra de Django Reinhardt», apontado como uma «referência central do jazz europeu».

Segundo o Café de São Bento, o swing jazz surgiu nos Estados Unidos no final da década de 1920 e afirmou-se como uma «evolução do jazz tradicional, com maior componente rítmica e orientação para a dança». A sua popularização ficou associada às «big bands de nomes como Duke Ellington, Count Basie e Benny Goodman, que levaram o género a um público alargado», conclui o restaurante.

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