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Big Brother: A Revolução. Afinal, como é que vai ser o reality-show da TVI que estreia em Setembro?

Vinte anos depois da estreia do formato em Portugal, a TVI fez voltar o Big Brother à televisão. O BB2020 acaba no final de Julho, mas já está prometida uma nova versão para Setembro. O que muda nesta Revolução?

Chama-se Big Brother: A Revolução e tem data de estreia marcada para Setembro. Estas duas coisas são das poucas que oficialmente se sabem sobre o novo reality show da TVI e que vai dar uma nova vida a um formato que fez vinte anos em 2020.

Com inscrições abertas desde o princípio de Julho, e anunciadas em directo por Cláudio Ramos na gala de 5 de Julho, Big Brother: A Revolução vai basear-se no modelo actual, mas traz várias novidades ao jogo, pelo menos se tivermos em conta que o formato será semelhante ao que já estreou na Austrália, África do Sul e em Espanha (já em 2017).

Em Espanha, entraram cem concorrentes, mas só ficaram vinte

Por exemplo, na versão sul-africana, uma das características desta revolução no reality show era a possibilidade de os participantes poderem combinar nomeações entre si, algo que sempre foi proibido no Big Brother.

Esta versão sul-africana foi, talvez, a mais revolucionária: a princípio apenas doze homens entraram na casa enquanto outras doze mulheres ficaram numa casa ao lado, onde puderam ver os concorrentes sem que eles soubessem, durante uma semana.

Já em Espanha, o modelo caracterizou-se pela dimensão do grupo que entrou na casa: 100 pessoas. Contudo, no dia seguinte, os participantes ficaram a saber que só vinte deles ficariam no jogo. Aí, a produção escolheu dezoito e os restantes dois foram encontrados pela votação do público.

Big Brother 2020 em Portugal já tem ares de “revolução”

Estes são apenas dois dos exemplos que podem fazer parte da Revolução do novo Big Brother, ainda que a versão que está actualmente na TVI já tenha alguns traços do que também existe noutros países, como o facto de ex-concorrentes poderem voltar à casa por votação do público.

Duplas e triplas-expulsões, formação de pares para jogar em dupla, eleição de um líder que faz as nomeações todas e votações dentro da casa para salvar concorrentes nomeados (estas últimas na Austrália), são outros ingredientes presentes nos formatos ‘Revolução’ destes países que podem vir a ser adoptados na versão portuguesa que estrear em Setembro.

Ricardo Durand
Começou no jornalismo de tecnologias em 2005 e tem interesse especial por gadgets com ecrã táctil e praias selvagens do Alentejo. É editor do site Trendy e faz regularmente viagens pelo País em busca dos melhores spots para fazer surf. Pode falar com ele pelo e-mail [email protected].