Aragonez: a palavra-chave dos vinhos para este princípio de Outono

Um Mateus Rosé e QP de Marcolino Sebo chegam ao mercado com dois vinhos feitos a partir desta casta de uvas originária do Norte de Espanha.

Com vinhas no Douro, mas também no Alentejo e Ribatejo, a casta Aragonez destaca-se por ter uma grande capacidade de adaptação a diferentes latitudes e tipos de solo, o que explica a sua presença tanto no Norte, como no Sul.

Teoricamente, os vinhos feitos com casta Aragonez têm um teor alcoólico elevado e são resistentes à oxidação. Recentemente duas produtoras nacionais anunciaram outros tantos vinhos com esta casta.

A Sogrape renovou a imagem do seu Mateus Rosé Aragonez que agora está, segundo a marca, «mais jovem, fresca e elegante». O objectivo é aproximar este vinho «dos consumidores jovens e reforçar o seu posicionamento neste segmento».

Com um toque de frutos vermelhos, este é um vinho para acompanhar pratos leves de peixe, carne e até mesmo de sushi ou comida tailandesa.

O outro néctar é o QP Aragonez 2013 monovarietal do produtor de borbense Marcolino Sebo. Com 15,5 graus, este vinho estagiou quinze meses em barricas de carvalho francês e outros seis em garrafa.

Segundo o produtor, o vinho tem um «aroma de grande complexidade marcado por frutos vermelhos, geleias, especiarias e baunilha». Para acompanhamento, Marcolino sebo sugere «pratos tradicionais, sobremesas e queijos», com a temperatura ideal para ser servido de 18 a 20 graus.

Com 6600 unidades colocadas no mercado, o preço do QP Aragonez 2013 é de 8,50 euros.

Ricardo Durand
Começou no jornalismo de tecnologias em 2005 e tem interesse especial por gadgets com ecrã táctil e praias selvagens do Alentejo. É editor do site Trendy e faz regularmente viagens pelo País em busca dos melhores spots para fazer surf. Pode falar com ele pelo e-mail [email protected].