Portugal é o primeiro país a receber a nova gama Barista da marca espanhola. As duas máquinas têm moinho integrado, uma função para bebidas frias e chegam com uma oferta de café Delta.
A Teka é uma marca conhecida das cozinhas portuguesas, sobretudo pelos seus electrodomésticos de encastre. Mas, agora, a estratégia muda com o \lançamento de dois modelos de bancada\ que moem o grão na hora e preparam bebidas com e sem leite: as Barista Steam e Latte.
Portugal é mesmo o primeiro país a receber o lançamento oficial desta dupla, embora as máquinas já feito uma apraição em Berlim, na feira de tecnologia IFA, que aconteceu no princípio de Setembro. A apresentação foi feita na Delta Coffee House Experience, em Lisboa, local que Luís Leitão, general manager da Teka, considerou ser a «catedral do café».
Esta escolha também antecipava a parceria anunciada durante a apresentação. Até 31 de Dezembro, quem comprar uma das máquinas recebe dois quilos de café Delta Signature, nas variedades Crema e Intense, uma oferta avaliada em «sessenta euros». Para receber esta oferta, é preciso registar a compra de uma Barista até 31 de Janeiro de 2027, no site desta campanha.

A Barista Steam custa 379 euros e é o modelo mais acessível da gama. Tem um tubo de vapor para aquecer e fazer espuma de leite e inclui a função ‘My Coffee’, que permite guardar uma personalização de café. Já a Barista Latte, por 449 euros, acrescenta um sistema de leite e sete opções automáticas: Expresso, Café, Americano, Cappuccino, Latte Macchiato, Espuma de Leite e Água Quente.
As duas máquinas têm um moinho de aço inoxidável com sete níveis de moagem e permitem ajustar a intensidade, a temperatura e a quantidade da bebida. O depósito de café em grão usa o sistema AromaLock, com uma «estrutura de tripla camada» que, segundo Beatriz Oliveira, product marketing specialist, «ajuda a proteger os grãos da exposição ao ar e à luz».
Outra funcionalidade comum é a ‘Cold Brew‘, que prepara «café a uma temperatura mais baixa para servir com gelo». Durante a apresentação, Beatriz Oliveira destacou a presença deste recurso, que costuma estar «associado a máquinas de gama mais alta».

As duas incluem, ainda, a função DuoCup, para preparar duas chávenas em simultâneo. Beatriz Oliveira salientou também o «baixo ruído» das Barista durante a «moagem e a extracção». O que está em falta é a conectividade, pelo que não será possível usar as Baristas com uma app, no smartphone.
Quem também esteve presente nesta apresentação foi Sérgio Alonso Rangel, global design lead da Teka (responsável pela equipa que desenhou estes modelos), que sublinhou o facto de as Barista responderem a um «hábito que tem ganho espaço em casa»: criar um «pequeno canto dedicado ao café, com uma experiência próxima da que se encontra numa cafetaria».
Para se enquadrarem em «qualquer tipo de decoração», o desafio da equipa da Teka, explicou, foi dar às máquinas um «aspecto limpo, minimalista e elegante». De facto, pelo que pudemos ver in loco, as Barista têm linhas simples; o aspecto é dominado por um acabamento em inox escuro e, em cima, temos um painel táctil para seleccionar as bebidas e alterar as definições. Resta dizer que as Barista foram distinguidas com um \iF Design Award 2026\.


















