«A potência não é tudo»: este estudo da Polestar e Oxford prova que o prazer de condução é (muito) mais que meter o pé no acelerador

Os participantes foram doze condutores «habituados à marca, mas sem experiência de competição».

©Polestar | Estudo Oxford
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É uma conclusão mais ou menos consensual: o prazer de conduzir um automóvel não cabe numa ficha técnica.

A potência, a aceleração e a velocidade máxima ajudam a contar a história, mas não explicam por que é que saímos de uma curva com vontade de repetir e, da próxima vez, “cortá-la” mais.

Foi este lado menos “mensurável” da experiência de condução que a Polestar quis provar com o estudo ‘Measuring the Thrill of Driving in Electric Vehicles’, feito com investigadores da Universidade de Oxford. Para isto, foram usadas duas versões do Polestar 4, no circuito sueco de Gotland Ring.

Doze condutores «habituados à marca, mas sem experiência de competição», testaram o Polestar 4 de tracção traseira (RWD) e o Dual Motor Performance. A selecção destes pilotos não foi “inocente”: todos já tinham modelos da marca (alguns, um Polestar 4).

Em entrevista à MotorMais, Cristian Drapni, investigador da Universidade de Oxford, diz que a escolha foi feita para reduzir o factor de «surpresa e medir respostas mais próximas daquilo que sentiriam numa utilização regular».

Leia o artigo completo na MotorMais.

Começou no jornalismo de tecnologias em 2005 e tem interesse especial por gadgets com ecrã táctil e praias selvagens do Alentejo. É editor do site Trendy e faz regularmente viagens pelo País em busca dos melhores spots para fazer surf. Pode falar com ele pelo e-mail [email protected].