Michel Simeão, do projecto Casa Assombrada, assina um texto a partir de uma ideia original de Miguel Thiré. ‘O Algoritmo’ estreia esta semana na Fábrica de Unicórnios.
«Não é um espectáculo de terror», começa por dizer Michel Simeão na introdução do vídeo que publicou nas redes sociais a explicar como funciona a sua nova experiência imersiva. O aviso é legítimo: nos últimos anos, o argumentista e actor tem produzido e protagonizado várias temporadas de teatro e jogos deste género, com o mais recente a ser ‘O Jogo do Diabo‘.
Desta vez, o colectivo Casa Assombrada descansa e Michel Simeão junta-se a Miguel Thiré para criar ‘O Algoritmo’, um «espectáculo de teatro imersivo, onde a lógica dos algoritmos digitais é transformada em experiência viva». Em questão estão «sessões com cem pessoas onde se exploram temas como manipulação, escolhas, bolhas que limitam o acesso a informação e empatia», explica o autor.
Descrito como um «jogo teatral intenso e inovador», ‘O Algoritmo’ é uma experiência social que vai colocar os participantes «num lugar de escuta e partilha de histórias e fragilidades» onde o desafio é que nos tornemos «vulneráveis». A duração é de noventa minutos.
A estreia está marcada para 17 de Janeiro (Sábado) às 21 horas, na Fábrica de Massas da Fábrica de Unicórnios, no Beato (Lisboa). No elenco, estão ainda João Maria Spínola, Joana Bravo Belchior e Priscilla Squeff. Os bilhetes estão à venda na TicketLine e custam dez euros.


















