IndieJúnior confirma regresso às salas de cinema e escolas do Porto em Janeiro

©Pedro Ribeiro | IndieJunior 2021
©Pedro Ribeiro | IndieJúnior 2019

O festival de cinema independente para crianças e jovens está de volta ao modelo habitual, em Janeiro. Há vários cinemas e outros espaços do Porto com sessões.

Depois de um ano em que a organização do IndieJúnior foi obrigada a remarcar datas e a mudar a forma como as sessões de cinema chegaram ao público, em 2022 o modelo volta ao original.

Se não forem adoptadas novas restrições, em Janeiro, para combater a pandemia de COVID-19, a sexta edição do IndieJúnior está de volta às salas de cinema do Porto e às escolas, uma vez que torna a ser possível mostrar filmes nas instituições de ensino.

Cinco espaços do Porto com cinema para crianças

Para pedir uma sessão de cinema na escola é preciso fazer uma inscrição no site do festival; é também aqui que os professores podem reservar uma sessão num espaço fora da escola.

Este ano, o IndieJúnior volta às salas que costumam acolher o Festival Internacional de Cinema Infantil e Juvenil: Teatro Rivoli, Biblioteca Municipal Almeida Garrett, Casa das Artes, Maus Hábitos e Reitoria da Universidade do Porto.

©IndieJúnior
©IndieJúnior | Este ano, o festival de cinema chega a seis locais do Porto, além de poder ir a todas as escolas do distrito.

O IndieJúnior 2022 começa de forma oficial com um warm up no dia 15 de Janeiro, na Reitoria da Universidade do Porto, às 11:00, com seis filmes: A Bruxa e o Bebé, A Linha, Avós Natal, Hugo e o Holger, Os Sete Cabritinhos e O Pequeno Barco que Queria Voar.

Cine-concerto para encerrar o IndieJúnior 2022

Para as datas do festival, propriamente ditas, estão prometidos «cerca de cinquenta filmes», o habitual Filme-Debate (Boa Viagem, de Fabio Friedli) e as sessões de Cinema de Colo no Rivoli, para bebés até três anos. Os bilhetes começam nos 4 euros.

O encerramento da 6.ª edição do IndieJúnior será no dia 30 de Janeiro com o cine-concerto Quando o Cinema Nasceu, que será um «mergulho em alguns dos filmes mais divertidos da história do cinema mudo», acompanhado com a viola d’arco de José Valente.

Ricardo Durand
Começou no jornalismo de tecnologias em 2005 e tem interesse especial por gadgets com ecrã táctil e praias selvagens do Alentejo. É editor do site Trendy e faz regularmente viagens pelo País em busca dos melhores spots para fazer surf. Pode falar com ele pelo e-mail [email protected].