Trabalhar nu em casa? Quase 900 pessoas admitem que o fazem durante a pandemia de COVID-19

©Jernej Graj
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A conclusão é tirada do estudo Securing the Future of Work, feito pela empresa russa de segurança informática Kaspersky. Dos oito mil inquiridos, 11% admitiram que fizeram teletrabalho sem roupa.

Ver Netflix, cuidar do jardim, acordar em cima do horário de trabalho e… estar ao computador sem roupa. Estes são, segundo a Kaspersky, os «guilty pleasures» dos inquiridos num estudo sobre os hábitos do trabalho para o futuro.

Com mais de oito mil pessoas inquiridas (colaboradores de pequenas e médias empresas), o estudo Securing the Future of Work concluiu que cerca de 880 admitiram que gostam de trabalhar nuas. Contudo, o mesmo mostra que a maioria gosta de estar com «roupa simples e confortável»: 48%.

Jardinagem e Netflix na lista de pequenos prazeres

Mas há outra conclusão inusitada: 8% dos inquiridos disse que o facto de estar em teletrabalho é uma forma de poderem «tomar menos banhos» e 36% disse que é uma oportunidade de fazer uma «sesta durante o dia».

Entre os pequenos prazeres mais “normais” está a dedicação à jardinagem (27%), ter mais tempo para ver séries, documentários e filmes na Netflix (23%) e «acordar cinco minutos antes do início do horário de trabalho» (36%). Jogar no PC ou nas consolas foi um hábito escolhido por 18% e encomendar almoços em take-away foi a resposta de 16%. O estudo pode ser lido na íntegra aqui.

Ricardo Durand
Começou no jornalismo de tecnologias em 2005 e tem interesse especial por gadgets com ecrã táctil e praias selvagens do Alentejo. É editor do site Trendy e faz regularmente viagens pelo País em busca dos melhores spots para fazer surf. Pode falar com ele pelo e-mail [email protected].