Pela primeira vez, a Cinemateca recebe uma secção inteira do festival. Há também mais muito português, retrospectivas e um alinhamento internacional com grandes produções.
O Esporão apresentou duas novas referências para quem procura vinhos «mais leves e frescos».
Diogo Noronha assina uma carta que continua a «reinterpretar a cozinha do quotidiano» com ingredientes sazonais e combinações inesperadas».
O Murças Minas 2024 é a nova referência desta produtora do Douro. Segundo a Quinta dos Murças, trata-se de um vinho produzido «exclusivamente a partir de vinhas em modo de produção biológica».
A Quinta do Reguengo voltou a destacar-se nos Decanter World Wine Awards: o Cortes do Reguengo Reserva Tinto teve 95 pontos.
Os utilizadores da Uber Eats já podem mandar vir para casa o clássico entrecôte com molho e batatas fritas da Brasserie.
Depois de «vários anos de interrupção», o festival regressa à Herdade do Esporão com concertos, provas de vinhos, gastronomia e actividades ao ar livre.
Este festival regressa ao Funchal nos dias 12 e 13 de Junho com chefs de Portugal, França, Dinamarca e Hungria; no programa, está um jantar de autor.
A iniciativa Douro to Table Series leva à mesa deste hotel três menus criados por um espanhol, um português e um italiano.
O chef promove ciclo anual na Casa Nepalesa com gastronomia, cultura e apoio a crianças em Portugal e no Nepal.
Nasceu no Rio de Janeiro há quase setenta anos e chegou a Portugal há dois; experimentámos alguns dos mais recentes pratos e saímos do La Fiorentina intrigados.
Este restaurante entrou numa nova fase: pratos com mais ingredientes locais, pairing com vinhos e menus de degustação.























