É uma conclusão mais ou menos consensual: o prazer de conduzir um automóvel não cabe numa ficha técnica.
A potência, a aceleração e a velocidade máxima ajudam a contar a história, mas não explicam por que é que saímos de uma curva com vontade de repetir e, da próxima vez, “cortá-la” mais.
Foi este lado menos “mensurável” da experiência de condução que a Polestar quis provar com o estudo ‘Measuring the Thrill of Driving in Electric Vehicles’, feito com investigadores da Universidade de Oxford. Para isto, foram usadas duas versões do Polestar 4, no circuito sueco de Gotland Ring.
Doze condutores «habituados à marca, mas sem experiência de competição», testaram o Polestar 4 de tracção traseira (RWD) e o Dual Motor Performance. A selecção destes pilotos não foi “inocente”: todos já tinham modelos da marca (alguns, um Polestar 4).
Em entrevista à MotorMais, Cristian Drapni, investigador da Universidade de Oxford, diz que a escolha foi feita para reduzir o factor de «surpresa e medir respostas mais próximas daquilo que sentiriam numa utilização regular».


















