No Capitólio, há dois dias de semana com espírito de Domingo e carta branca para Selma Uamusse e Luca Argel

Em ‘Como um Dia de Domingo’, cada convidado tem «liberdade» para decidir o percurso da sessão, descrita por Ana Pereira, responsável pela iniciativa, como um «acto único, onde o público também é uma personagem».

©Mãe Jerico
©Mãe Jerico

Um poema ou o nome de uma rua podem dar início a uma sessão de ‘Como um Dia de Domingo’. O que acontece, depois, fica nas mãos dos artistas e do público.

Sem guião e sem alinhamento: a iniciativa criada pela «casa-projeto» Mãe Jerico na aldeia de Cardosas (Arruda dos Vinhos) chega, agora, ao Capitólio (Parque Mayer, Lisboa) com Selma Uamusse a 16 de Novembro e Luca Argel a 15 de Dezembro. Ambos mantêm o espírito o espectáculo original: «Encontros sem palco, frente a frente com o público».

Em ‘Como um Dia de Domingo’, cada convidado tem «liberdade» para decidir o percurso da sessão, descrita por Ana Pereira, responsável pela iniciativa, como um «acto único, onde o público também é uma personagem». O nome é inspirado na música ‘Um Dia de Domingo’ gravada por Gal Costa e Tim Maia em 1985 e da ideia de «fazer de conta que ainda é cedo, passar tempo com amigos, sem pressa nem plano».

As primeiras sessões aconteciam ao Domingo, mas o calendário passou a incluir outros dias para «responder ao interesse do público». Carla Galvão, Beatriz Brás, Mia Meneses, Lena d’Água (foto em cima) e Hugo van der Ding estão entre os nomes que já participaram.

Os concertos começam às 19 horas e tem uma duração prevista de noventa minutos. Os bilhetes custam dez euros e estão disponíveis aqui, para Selma Uamusse e aqui, para Luca Argel.

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