Esta banda-desenhada recebeu dez mil euros, o dobro do vencedor de 2025. João Mascarenhas, criador de ‘O Menino Triste’, foi distinguido com o Troféu de Honra.
A obra ‘Rare Flavours‘, de Filipe Andrade e Ram V, editado pela Kingpin Books, foi a grande vencedora do ‘Prémio Amadora BD’ (dez mil euros) para ‘Melhor Obra de Autor Português’. A história segue Rubin Baksh, um demónio da tradição hindu, que quer tornar-se uma «espécie de Anthony Bourdain». Para concretizar essa ambição, recruta Mo, um realizador, para o acompanhar numa «viagem pela Índia à procura de sabores, histórias e ingredientes raros».
Na categoria de ‘Melhor Edição Portuguesa de Banda Desenhada’, o júri distinguiu ‘O Grande Poder de Chninkel‘, de Grzegorz Rosinsky e Jean Van Hamme, publicado pela Arte de Autor. ‘A Fera II‘, de Zidrou e Frank Pé, editado por A Seita, recebeu uma ‘Menção Honrosa’ nesta categoria e venceu ainda o prémio de ‘Melhor Obra Estrangeira de BD’.
O ‘Prémio Revelação’, que passou, este ano, a ter um valor monetário (três mil euros), foi atribuído a ‘A Cada Sete Ondas‘, de Beatriz Brajal, editado pela Chilli com Carne. ‘Palácio #5‘, de Francisco Sousa Lobo, venceu na categoria de ‘Melhor Fanzine/Publicação Independente’.
O Troféu de Honra foi entregue a João Mascarenhas, autor e divulgador de banda desenhada e ilustração, que, em 200, criou a personagem (que é o seu alter ego) ‘O Menino Triste’, que já tem quatro livros editados. A sua BD mais recente é ‘Perigoso Pacifista‘, uma biografia do cantor Adriano Correia de Oliveira.


















