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(think) out: a marca portuguesa que pensa (ainda muito) dentro da caixa

por • 21 Fevereiro, 2017 • Moda 2017Comentários fechados em (think) out: a marca portuguesa que pensa (ainda muito) dentro da caixa219

São rendas, senhor, são rendas. E sardinhas, e Pessoa e a guitarra portuguesa, e…

… e tudo aquilo que pode ser estampado com um desenho, nesta caso, que ilustre a portugalidade, é a matéria-prima da (think) out.

Esta empresa, que ganhou a 1.ª Edição do Concurso Creative Gifts 4 Concept Stores by Fundação AIP e Papergift FIL, abriu um site onde vende vários objectos e vestuários com imagens estilizadas de sardinhas, guitarras portuguesas, eléctricos e escritores portugueses.

«A (think) out cria memórias felizes através de peças que ilustram ícones culturais de forma original e criativa, preservando a memória cultural e afectiva do nosso inigualável património», explica Patrícia Rodrigues, designer e fundadora da marca.

Com o objectivo de «enaltecer a cultura portuguesa», o merchandising da (think) out tem preços entre os 9 e os 25 euros e o site funciona como loja online, embora os produtos estejam à venda em vários monumentos nacionais.

Em Lisboa, é possível, por exemplo, comprar as lembranças da (think) out no Palácio Nacional da Ajuda ou no Panteão; no Porto, há apenas um local: a loja Porto Gift, na Rua da Conceição. Mais a Sul, em Albufeira, pode encontrar estes produtos à venda no Pine Cliffs Hotel.

«Não produzimos lembranças apenas para os turistas ou para os emigrantes. Tentamos diferenciar as nossas peças dos souvenirs que se encontram no mercado, de tal forma que qualquer português sinta orgulho em usá-las», conclui Patrícia Rodrigues.

caneca think out

bloco notas think out

tshirt electrico think out

No entanto, é impossível à marca fugir aos clichés: as estampagens de sardinhas ou de guitarras portuguesas estão em praticamente todas as peças que podemos encontrar à venda em lojas de recordações e os motivos estão muito centralizados na cultura lisboeta.

Aqui falta pensar um pouco mais fora da caixa, para criar produtos verdadeiramente exclusivos e que reflictam a cultura de mais regiões portuguesas, em vez do foco constante na capital do “império”.

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